Pai flagra filho vendo pornô e decide chamar a polícia

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Sam Mackenzie nos dias de hoje é um adulto gay, muito bem resolvido e independente. Quem o conhece assim, mal sabe do perrengue que já passou com a família na época em que ele ainda era um adolescente no armário. Foi uma das histórias da sua vida que ele relatou ao site GayStarNews e a gente te conta aqui embaixo.

Quando tinha por volta de 13 anos, Sam, como todo adolescente daquela época em que não existia x-videos, através de deus amigos de escola, conseguiu algumas revistas pornô, que guardou estrategicamente em sua mochila entre os livros da escola, um lugar relativamente seguro.

Foi quando em um dia qualquer, ele voltava da escola, e seu pai, ao mexer na sua mochila, acabou descobrindo além do material escolar, o material de lazer do garoto.

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“Ele disse que queria conferir se eu tinha alguma lição de casa. Foi quando me interrogou onde eu tinha conseguido aquilo!”, disse Sam, que respondeu ao pai que um colega da escola tinha dado aquilo.

O pai não acreditou na história, e sem saber como proceder, simplesmente decidiu chamar a polícia, que alguns minutos depois estava batendo na porta.

Sam hoje em dia.

“Quando a polícia chegou, nos sentamos na sala de casa. O policial então me perguntou se foi um adulto que me deu a pornografia, o que seria crime e eu garanti que não.’, contou Sam.

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Ele então o avisou que pornografia em mãos de menor de idade era algo proibido, e que se isso se repetisse, Sam e seu pai poderiam ter problemas.

Sem mais o que fazer, a polícia foi embora e seu pai continuou dando o maior sermão que o garoto já ouviu na vida, dizendo que aquilo era degradante, e que se ocorresse de novo, teria um sério castigo.

“Pouco tempo depois já existia Internet em casa, e graças a AOL, eu nunca mais precisei esconder revista pornô do meu pai”, disse Sam aliviado.

Mas por que chamar a polícia, afinal? “Meu pai não sabia o que fazer. Era muita informação e seu filho é pego com pornô e gay ainda por cima. Foi uma tentativa desesperada de me dar um susto, eu acho. Felizmente, anos mais tarde, quando me assumi gay, meu pai já não podia chamar a polícia para me prender pois seria ilegal nos Estados Unidos onde a lei permite a diversidade.”, explicou ele finalizando a história mais memorável de sua adolescência como LGBT.

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